Oficina de Saberes


Criada em 2010, a Oficina de Saberes vem dinamizar a oferta do Sport Algés e Dafundo, possibilitando aos seus sócios uma vertente lúdico-cultural. Trata-se de uma ponte entre o ensino e o desporto, permitindo a frequência das suas actividades a todas as idades.


Se é ou foi sócio(a) da S.A.D. venha visitar-nos nas instalações do clube. Se ainda não é, tem mais uma boa razão para nos vir conhecer.



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Agenda da Semana - 11 a 16 de Novembro de 2013

Hora
Disciplina
Local
Professor
2ª Feira  - 11 de Novembro
Não há
História das Religiões
Início dia 18/11
Hermínio Duarte-Ramos
Não há
Ética
Início dia 18/11
Hermínio Duarte-Ramos
11h00
Informática (nível 1)
Sala inform
Bertina Alves
12h00
Dinheiro e Tostões
Sala 2
António Abrantes
14h30
Gestão de Comportamentos de Risco
Sala 2
Catalina Pestana
3ª Feira  - 12 de Novembro
10h30
Pilates / Alongamentos
Ginásio Princ
Clara Piçarra
15h00
Pintura a Óleo e Aguarela
Sala de Sócios
Suzete Mendes
15h00
Rir é o Melhor Remédio
Sala 2
Ana Agostinho
16h00
Temas em Debate
As pessoas mais vulneráveis e os problemas de segurança (continuação)
Sala 2
Francisco Lourenço
17h00
Espanhol
Sala 2
Vicente Garrido Alcon
4ª Feira  - 13 de Novembro
10h00
Gimnodança
Ginásio G
António Praça
11h00
Inglês (conversação)
Sala 2
Fernanda Pinheiro
11h00
Informática (nível 2)
Sala inform
Bertina Alves
12h00
Inglês (iniciação)
Sala 2
Mª José Tavares
12h00
Jograis
Sala de Sócios
Costa Ferreira
15h00
Oficina Artesanal
Sala de Sócios
Lídia Simões
5ª Feira  - 14 de Novembro
10h30
Pilates / Alongamentos
Ginásio Princ
Clara Piçarra
14h00
Iniciação Instrumental
Ginásio G
Mª das Neves Gomes
15h00
Grupo de Cantares Oficineiros
Ginásio G
Mª das Neves Gomes
15h00
Temas de Arte
Sala de Sócios
Mª Helena Fonseca
6ª Feira  - 15 de Novembro
11h00
Pintura a Acrílico
Sala 1
Mª Helena Meirim
Sábado – 16 de Novembro
A definir
Caminhada Cultural
Tapada da Ajuda com visita ao Lisboa Factory
Lisboa
Daniel Almeida

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

                     Postei neste Blog, recentemente, um texto onde considerava que, neste período de crise em que os mais jovens têm grande dificuldade em encontrar emprego, se devia dar todo o apoio possível para tentar resolver essa questão em especial para aqueles que desenvolvem iniciativas nesse sentido. Achei que um texto poético poderia complementar o anterior e, talvez, fazer refletir melhor os que ainda tenham algumas dúvidas quanto a uma decisão de solidadriedade a tomar em situações como as que referi.
                                                QUEM SOU EU?
                                  Quem sou eu
                                  Que por um egoísmo visceral
                                  Não sinto nos outros seu sofrimento
                                  Só me interessando pelo que é banal
                                  Esquecido da solidariedade como sentimento.
                                  Quem sou eu
                                  Que me julgo só quando dependo de tantos outros
                                  Família, amigos e tanta anónima gente
                                  Que me dá o pão e os afetos que me sustentam
                                  Para continuar a ser alguém que sente.
                                  Quem sou eu
                                  Que podendo os mais fracos ajudar
                                  Prefiro venerar nos mais fortes a desumanidade
                                  Ajudando o fosso entre eles a aumentar
                                  Numa inaceitável e crescente desigualdade.
                                  Quem sou eu
                                  Que posso ajudar os que querem e não podem
                                  Por lhes faltar o apoio de autoridades incompetentes
                                  Que vão tornando os ricos cada vez mais ricos
                                  E os pobres cada vez mais indigentes.
                                  Enfim...quem sou eu
                                  Afogado na voragem de uma sociedade sem valores
                                  Em que o que conta é aos grandes dizer sim
                                  Mesmo que o mundo fique negro e sem cores
                                  Onde a pobreza e a injustiça não têm fim.
                                                  António Praça