Hora
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Disciplina
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Local
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Professor
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2ª Feira - 11 de Novembro
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Não há
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História das Religiões
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Início dia 18/11
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Hermínio Duarte-Ramos
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Não há
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Ética
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Início dia 18/11
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Hermínio Duarte-Ramos
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11h00
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Informática (nível 1)
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Sala inform
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Bertina Alves
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12h00
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Dinheiro e Tostões
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Sala 2
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António Abrantes
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14h30
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Gestão de Comportamentos de Risco
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Sala 2
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Catalina Pestana
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3ª Feira - 12 de Novembro
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10h30
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Pilates / Alongamentos
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Ginásio Princ
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Clara Piçarra
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15h00
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Pintura a Óleo e Aguarela
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Sala de Sócios
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Suzete Mendes
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15h00
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Rir é o Melhor Remédio
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Sala 2
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Ana Agostinho
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16h00
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Temas em Debate
As pessoas mais vulneráveis e os problemas de segurança (continuação)
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Sala 2
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Francisco Lourenço
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17h00
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Espanhol
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Sala 2
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Vicente Garrido Alcon
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4ª Feira - 13 de Novembro
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10h00
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Gimnodança
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Ginásio G
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António Praça
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11h00
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Inglês (conversação)
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Sala 2
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Fernanda Pinheiro
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11h00
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Informática (nível 2)
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Sala inform
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Bertina Alves
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12h00
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Inglês (iniciação)
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Sala 2
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Mª José Tavares
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12h00
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Jograis
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Sala de Sócios
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Costa Ferreira
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15h00
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Oficina Artesanal
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Sala de Sócios
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Lídia Simões
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5ª Feira - 14 de Novembro
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10h30
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Pilates / Alongamentos
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Ginásio Princ
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Clara Piçarra
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14h00
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Iniciação Instrumental
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Ginásio G
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Mª das Neves Gomes
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15h00
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Grupo de Cantares Oficineiros
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Ginásio G
|
Mª das Neves Gomes
|
15h00
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Temas de Arte
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Sala de Sócios
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Mª Helena Fonseca
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6ª Feira - 15 de Novembro
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11h00
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Pintura a Acrílico
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Sala 1
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Mª Helena Meirim
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Sábado – 16 de Novembro
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A definir
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Caminhada Cultural
Tapada da Ajuda com visita ao Lisboa Factory
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Lisboa
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Daniel Almeida
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Oficina de Saberes
Criada em 2010, a Oficina de Saberes vem dinamizar a oferta do Sport Algés e Dafundo, possibilitando aos seus sócios uma vertente lúdico-cultural. Trata-se de uma ponte entre o ensino e o desporto, permitindo a frequência das suas actividades a todas as idades.
Se é ou foi sócio(a) da S.A.D. venha visitar-nos nas instalações do clube. Se ainda não é, tem mais uma boa razão para nos vir conhecer.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Agenda da Semana - 11 a 16 de Novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Postei neste Blog, recentemente, um texto onde considerava que, neste período de crise em que os mais jovens têm grande dificuldade em encontrar emprego, se devia dar todo o apoio possível para tentar resolver essa questão em especial para aqueles que desenvolvem iniciativas nesse sentido. Achei que um texto poético poderia complementar o anterior e, talvez, fazer refletir melhor os que ainda tenham algumas dúvidas quanto a uma decisão de solidadriedade a tomar em situações como as que referi.
QUEM SOU EU?
Quem sou eu
Que por um egoísmo visceral
Não sinto nos outros seu sofrimento
Só me interessando pelo que é banal
Esquecido da solidariedade como sentimento.
Quem sou eu
Que me julgo só quando dependo de tantos outros
Família, amigos e tanta anónima gente
Que me dá o pão e os afetos que me sustentam
Para continuar a ser alguém que sente.
Quem sou eu
Que podendo os mais fracos ajudar
Prefiro venerar nos mais fortes a desumanidade
Ajudando o fosso entre eles a aumentar
Numa inaceitável e crescente desigualdade.
Quem sou eu
Que posso ajudar os que querem e não podem
Por lhes faltar o apoio de autoridades incompetentes
Que vão tornando os ricos cada vez mais ricos
E os pobres cada vez mais indigentes.
Enfim...quem sou eu
Afogado na voragem de uma sociedade sem valores
Em que o que conta é aos grandes dizer sim
Mesmo que o mundo fique negro e sem cores
Onde a pobreza e a injustiça não têm fim.
António Praça
QUEM SOU EU?
Quem sou eu
Que por um egoísmo visceral
Não sinto nos outros seu sofrimento
Só me interessando pelo que é banal
Esquecido da solidariedade como sentimento.
Quem sou eu
Que me julgo só quando dependo de tantos outros
Família, amigos e tanta anónima gente
Que me dá o pão e os afetos que me sustentam
Para continuar a ser alguém que sente.
Quem sou eu
Que podendo os mais fracos ajudar
Prefiro venerar nos mais fortes a desumanidade
Ajudando o fosso entre eles a aumentar
Numa inaceitável e crescente desigualdade.
Quem sou eu
Que posso ajudar os que querem e não podem
Por lhes faltar o apoio de autoridades incompetentes
Que vão tornando os ricos cada vez mais ricos
E os pobres cada vez mais indigentes.
Enfim...quem sou eu
Afogado na voragem de uma sociedade sem valores
Em que o que conta é aos grandes dizer sim
Mesmo que o mundo fique negro e sem cores
Onde a pobreza e a injustiça não têm fim.
António Praça
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